Fragilidade talvez seja a palavra certa para justificar o que sinto. Sozinho diante de todas essas coisas, é assim que estou, não minto. Sou uma criança desprotegida, sem maldade, sem cumplicidade; com medo de me arriscar, recuo ferozmente, verdade! Tenho medo de novas descobertas ou de uma entrega maior. Vivo no meu mundo, sozinho, não posso mais me expor. Para que explicar ou justificar? O que sinto é meu, minha dor. Nada posso dizer-te assim, pois sangra minha essência, sentimentos sem cor. Caminho por aí, sem a quem dar a mão. Prossigo meu caminho...
Não tenho opção.
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