terça-feira, 29 de abril de 2008

SOLIDÃO AMIGA

É triste suportar essa dor, tão calma, serena, amiga. Ventos que batem na minha porta deixam arrepios em meu corpo. Nada em minha frente se mexe. Meu mundo quase negro, no suspiro constante, coração cansado, sem forças se entrega. Solidão, tão mansa, tão má, não pede licença para entrar e, sem pressa de sair, fica para mais um copo de café. Sem medo, acostumado, não me espanto se ela ficar para dormir.

Nenhum comentário: